Inicialmente, não é falso afirmar que o cidadão "comum" brasileiro conta com nenhuma representação no atual governo (?) justamente por ser "comum". Por ser comum, diferente de um Sarney (ou de todos os sarneys), de um Collor, de um Genro (ou do genro), e todos os outros "companheiros", inclusive a mãe-do-apagão, a opinião do cidadão não move um palito nas decisões políticas dos seus falsos representantes.
Neste país, o cidadão "comum" só atua em dois papéis: ou é o financiador de um governo (?) que o expolia e engana, ou é aquele que vive de esmolas, sejam miseráveis ou nababescas, ambas tomadas de quem trabalha.
Há que se pensar também que, do jeito que anda a política externa brasileira, logo, logo, o Brasil integrará aquela lista do "eixo do mal" que, mesmo após a era Bush, continua existindo porque, no mundo civilizado, ninguém, senão o Brasil, é irresponsável a ponto de apoiar os tiranos já estabelecidos e os que pretendem se estabelecer, sejam os esquerdistas que flagelam a América Latina (único canto do mundo onde ainda têm voz), sejam os assassinos ditadores africanos ou os terroristas islâmicos. Eles se igualam no mal que representam, na dor e na morte que encarnam e no apoio que recebem do lulismo.
Finalmente, há que se indagar: a postura do governo (?) brasileiro em relação aos terroristas e ditadores do mundo -de aceitação e apoio- traduz o pensamento do cidadão "comum"?
O povo brasileiro, em sua totalidade, aceita e apóia os opressores, os assassinos, os terroristas?
O povo brasileiro apóia governos que impedem a livre expressão dos cidadãos?
O povo brasileiro apóia ditadores assassinos?
O povo brasileiro apóia governantes absolutamente corruptos?
O povo brasileiro apóia opressores das mulheres?
O povo brasileiro apóia tiranos que matam seu povo de fome e miséria?
Não, não, não, não, não.
O Brasil, diferente do que seu atual governante (?) pensa e a despeito de suas ações, apóia a democracia e seus princípios, e lutou muito para reavê-los.
Por isso, o povo brasileiro se viu ultrajado e desrespeitado com a visita do ditador iraniano e com os indecentes salamaleques oficiais que ele recebeu, por tudo que representa de atraso, de dor e tragédia.




